ESTUDOS BIBLICOS







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segunda-feira, novembro 29, 2010

Livrados das provações




 Assim, sabe o Senhor livrar da tentação os piedosos, e reservar os injustos para o dia do juízo, para serem castigados;
 2 Pedro 2:9

Após falar dos falsos mestres e de sua destruição, o Apóstolo Pedro enfatize o poder do Senhor, na ajuda aos que aceitam: “Vamos, portanto, que o Senhor sabe livrar os piedosos da provação...” (II Pedro 2:9).

O mal que nos cerca é tão grande, tão impiedoso, que a nossa tendência é concluir que a maldade é mais poderosa do que a justiça. De vez em quando, até aparecem pessoas que se perguntam: será que Deus é impotente para eliminar a ruindade do mundo?

Pedro afirma, inicialmente, que o Senhor tem um poder maior do que a força da impiedade – e que Ele não fica alheio ao que se passa em nosso mundo. Por outro lado, entretanto, o Apóstolo é claro: “... o Senhor sabe livrar os piedosos”. Porque, afinal de contas, os seguidores do mal não querem saber de Deus. De acordo com cada situação, diz a Bíblia, o Senhor cuida daqueles que lhe são fiéis. Da maneira mais educacional e amorável, o Senhor usa as provações para o desenvolvimento espiritual dos piedosos. A solução não é temer a provação, mas abraçar com força o amor de Deus. É Ele quem nos livra da provação.

quarta-feira, novembro 24, 2010

Varas Limpas


                                                Toda a vara em mim, que não dá fruto, a tira;
e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto.
                                                                                João 15:2

A comparação de Jesus é simples e direta. Varas da videira existem para dar fruto. O peso de não dar fruto obriga o lavrador a cortar as varas infrutíferas. E ele “limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto” (João 15:2).

Estamos convivendo com uma religião de consumo: muitos crentes freqüentam suas igrejas para receber algo. Para freqüentar um bom ambiente. Para ouvir músicas bonitas. Para diminuir um pouco seu senso de culpa.

A mensagem trazida por Jesus não é para estimular consumo. Pelo contrário, é para criar em nós um espírito de frutificação e de doação. Nossa vida de comunhão com o Senhor deve produzir frutos, dando testemunho de Cristo, para abençoar os outros. Não importa quantos talentos o Senhor nos deu. Nossa responsabilidade é aplicá-los e desenvolvê-los, para a glória do Senhor e para o benefício dos outros. É por isso que o Senhor limpa suas varas: não somente porque dão frutos, mas porque devem dar mais frutos. O Senhor é um Deus de alta qualidade e de vida abundante. Se quisermos continuar a ser varas do Seu tronco, o jeito é dar fruto. E permitir que Ele nos limpe.

domingo, novembro 21, 2010

TRANSFORMAÇÃO ATRAVÉS DA ORAÇÃO


Não há em toda a Bíblia nenhum homem e nenhuma mulher além de Jesus que tenham experimentado comunhão com Deus como o primeiro casal. Eles estavam na presença do Senhor continuamente e não tinham pecado.
Hoje, diferentemente do primeiro casal, nossos pecados antes de nascermos de novo faziam separação entre nós e o nosso Deus. (Isaías 59:1).
Precisamos nos arrepender, confessar e abandonar nossos pecados e rogar que o Sangue de Jesus nos purificasse.
Oração sem cessar
O primeiro casal tinham contato direto com o Criador sem nenhuma barreira ou quaisquer impedimentos. Não tinham pecado algum para confessar ou ser purificado.
Sem nenhuma interrupção ou barreira estavam em Deus e Deus neles. Em todo o tempo viviam inteiramente em relacionamento com Deus.
Não é verdade que Deus vinha para estar com eles somente na viração do dia. A Bíblia não diz isto.
Não há referência na Bíblia de que adorassem a Deus com cânticos ou que tenham separado algum tempo ou atividade à parte de sua vida diária para poderem estar com Deus.
Era tão natural estar na presença do Senhor porque viver e fazer qualquer coisa em suas vidas diárias era estar na presença do Senhor continuamente.
“Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus.” (I Coríntios 10:31)
Hoje, de igual modo, como filhos de Deus temos o mesmo relacionamento irrestrito com o Pai, apesar de marcado por limitações.
Pela possibilidade constante do pecado em nós e entre nós. Pela complexidade que o próprio pecado introduziu na natureza em todos as áreas, nas limitações terríveis da maldição da terra e sua provisão e nos embates de relacionamentos com familiares, irmãos, amigos e o próximo.
Não é o mesmo que o primeiro casal experimentou. 
Contudo, “...temos plena confiança para entrar no Santo dos Santos pelo sangue de Jesus, (20) por um novo e vivo caminho que Ele nos abriu por meio do véu, isto é, do Seu corpo.” (Hebreus 10:19-20)
A Religião Cristã
Religião cristã é o esforço, a obra, o mecanismo, a tarefa, o meio, o estilo, a atividade, o modo e a roupagem para separar o homem de sua vida normal e comum na intenção que este agrade a Deus.
Mas no exercício religioso os próprios gostos, preferências, desejos e conceitos confundem o que é agradável a si mesmo com o que de fato viria agradar a Deus.
“Sem fé é impossível agradar a Deus.” (Hebreus 11:6)
Então qualquer coisa ou aquilo que acompanha a oferta, o esforço, o serviço podem desagradar a Deus totalmente.
A Fé brota do coração, do interior, revela o que é e sozinha agrada a Deus. Ou seja, é total e inteira confiança em Deus, sem qualquer maquiagem, adorno ou esforço para agradá-LO. É Graça. “Não vem de nós, é dom de Deus.”
O que a maioria de nós concebe e entende ser “vida com Deus” é exatamente o contrário do que Deus deseja de nós.
Ele deseja ser parte integral e inseparável de tudo o que pensamos, fazemos, de todas as nossas atividades, família, negócios, estudos, lazer, enfim, tudo. Não é fazer algo no meio do dia e da vida que vai agradá-Lo, é nossa vida completa em todos os seus aspectos que Deus interessa de nós.
“E eu estarei sempre com vocês...” (Mateus 28:20) diz exatamente o que Jesus quis dizer. Ele está conosco. Não depende do que estejamos fazendo, se pregando o Evangelho, se comendo com a família, se trabalhando ou se divertindo.
Deus não aceita a religião, posto que é obra da carne e não pode agradar-Lhe.
O culto que se prepara, a oferta, os cânticos, os cuidados e os detalhes, sejam requintados ou simples, apelam de fato para o homem e seus desejos, e não para Deus.
O Deus que suscita perfeito louvor dos pequeninos, que outrora estariam irritando os presentes em uma reunião com seu choro ou barulho não precisa da estética, da tecnologia, do ensaio.
E por certo e tão pouco do que se faz com desmanzelo e de qualquer maneira.
Oração no andar com Deus
O Senhor quer somente que o homem ande com Ele..
“Ele mostrou a você, ó homem, o que é bom e o que o SENHOR exige: pratique a justiça, ame a fidelidade e ande humildemente com o seu Deus.” (Miquéias 6:8)
“Enoque andou com Deus. Depois que gerou Matusalém, Enoque andou com Deus 300 anos...” (Gênesis 5:22-24)
É interessante notar que as Escrituas registram somente que o homem andou com Deus e não que Deus tenha andado com o homem. Parece a mesma coisa, mas não é. É que Deus sempre está em movimento. Jesus passou e homens o seguiram. “Quem me segue, nunca andará em trevas, mas terá a luz da vida" (João 8:12) 
O que agrada a Deus?
O que faz Deus sorrir? O que agrada Seu ser?
Quando o homem simplesmente agrada-se de Deus. Alegra-se com o que é e o que faz. Delicia-se de Sua bondade e de todos os Seus atos, tanto no que Lhe faz pessoalmente como em toda a Terra. E o coração do homem se alegra e se enche de alegria e prazer em viver para Deus.
A Bíblia declara categoricamente: “Deleite-se no SENHOR...” (Salmos 37:4)
“Este é o Meu Filho Amado. Nele está todo o Meu prazer,” o Pai deu testemunho de Jesus. É que Jesus não tinha outra alegria e prazer senão o próprio Deus.
A luta em ter que agradar a Deus cessa quando o homem descobre que Deus quer que o homem se agrade Dele e não que agrade a Ele.
Deus é Amor.
Tudo o que Deus é e tem, Ele sempre doa. Sua natureza não lhe permite que retenha nada para Si. Está constantemente doando e se dando. Não é necessário de fato que o homem Lhe peça nada, senão aquele pedido que pede porque tem alegria e prazer em depender do Pai.
O filho que ora, para Deus é o filho que tem alegria e prazer em falar com Ele.
Ao menos que o filho descubra o prazer de viver para Deus nunca vai orar como Deus quer que ore.
A oração que toca o coração de Deus
A oração que toca o coração de Deus não é aquela feita no contexto religioso, eclesiástico e como sendo uma atividade exclusiva ou especial, à parte da vida, do comum e do natural.
Oração não é um exercício ou um evento. Oração é um estilo de vida, como qualquer outra atividade.
“Tudo o que fizerem, seja em palavra ou em ação, façam-no em nome do Senhor Jesus, dando por meio dele graças a Deus Pai.” (Colossenses 3:17)
Todos esses exercícios religiosos que se praticam hoje nunca foram vistos em Jesus enquanto orava. Ele não chegava no templo e ia ajoelhar-se no canto para orar. Ele nunca usou uma roupa especial para orar, era com a roupa que viajava ou entrava em uma casa... Com a mesma roupa que dormia Ele orava.
Ao alimentar-se dava graças ao Pai. Umas duas vezes fez assim e os alimentos se multiplicaram e alimentou uma multidão de homens, mulheres e crianças famintas. Que transformação!
Jesus quando orava não mudava o tom de Sua Voz, pois de fato até um pensamento Seu poderia ser ouvido por Seu Pai.
Nem usava palavras com o Pai que não ussasse corriqueiramente, como se para orar precissasse escolher palavras de efeito para impressionar ao Pai. Palavra de efeito impressionam somente aos homens.
Jesus nunca orou como se tivesse pregando um sermão. Ele orava com aquela naturalidade de alguém que conhece o Pai que tem e fala com Ele como Amigo. Como Moisés: “O SENHOR falava com Moisés face a face, como quem fala com seu amigo. (Êxodo 33;11)
João 11:41-41
v. 41 - Então tiraram a pedra. Jesus olhou para cima e disse: "Pai, eu te agradeço porque me ouviste.
42 Eu sei que sempre me ouves, mas disse isso por causa do povo que está aqui, para que creia que tu me enviaste".

terça-feira, novembro 09, 2010

Antes do Pedido, Ele Sabe

 Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso
Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes.

Mateus 6:8

Antes de ensinar aos discípulos a oração do Pai Nosso, Jesus salientou um ponto importante: “Vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes” (Mateus 6:8).

Nossa reação natural, diante de tal afirmação, é: se antes de o pedirmos, nosso Pai, sabe do que precisamos, então para que orar? Nossas orações não seriam uma espécie de “chover no molhado”?

Bem, se nosso conceito de oração se reduzir a apenas “pedir”. Então a conclusão não parece estranha. Se, entretanto, nossa definição de orar for ampliada para: “ter comunhão com o Senhor”, “ouvir a voz de Deus”, “dar graças pelas bênçãos”, “crescer na graça” – neste caso, “orar” faz todo o sentido para o cristão. Faz sentido conversar com o Senhor e abrir o coração, pondo para fora as próprias necessidades. Faz sentido conversar com o Senhor pedindo orientação e luz para nosso próprio processo de crescimento espiritual. Faz sentido também dizer a Ele de nossa tristeza quando não correspondemos às expectativas da Bíblia. Mas, acima de tudo, faz sentido orar, mesmo sendo limitados, tendo a certeza de que “Ele sabe o que nos é necessário”.

quarta-feira, novembro 03, 2010

O Senhor é bom na Angústia



O SENHOR é bom, ele serve de fortaleza no dia da angústia, e conhece os que confiam nele. Naum 1:7


Além de escrever sobre o julgamento divino contra os pecados de Nínive, o profeta Naum também revela a bondade do Senhor para aqueles que O amam: “O Senhor é bom, uma fortaleza no dia da angústia, e conhece os que confiam Nele” (Naum 1:7).

Às vezes, nós nos acostumamos tanto com a bondade do Senhor, que chegamos ao ponto de nos esquecermos da Sua presença constante. Quando isso acontece, não raro prestamos atenção às coisas boas que nos foram dadas, deixando de perceber Aquele que nos deu as bênçãos. O Senhor continua conosco – nós, entretanto, passamos a não nos relacionar com Ele.

A técnica usada pelo Senhor, para que nos voltemos para Ele, é permitir. À medida que mais nos afundamos, mais ficamos vítimas das conseqüências de uma vida distante do Senhor. Aí, a angústia toma conta de nós. É neste ponto, na vivência da angústia que sentimos outra vez o desejo de ter comunhão com Deus. Crentes que se arrependem e que retornam ao Senhor, experimentam a realidade da pregação de Naum: “O Senhor é uma fortaleza no dia da angústia”. Neste reencontro, é maravilhoso constatar que o Senhor “conhece os que confiam Nele”. O roteiro nunca muda: o Senhor sempre é bom, no dia da angústia.

terça-feira, novembro 02, 2010

Quando já estava sem forças


 O SENHOR guarda aos símplices; fui abatido, mas ele me livrou.
Salmos 116:6

O Salmo 116 é a oração de uma pessoa que sofreu aflição e desespero. E que, ao agarrar-se nas mãos do Senhor, experimentou socorro. Daí sua exclamação: “O Senhor protege os simples; quando eu já estava sem forças, Ele me salvou” (Salmo 116:6).

Quem ainda não passou por experiências de aflição e desespero? De uma forma muito realista, o Senhor Jesus afirmou: “No mundo, tereis tribulações”. Por essa razão, a Providência divina, que fez este mundo com objetivos definidos, ao mesmo tempo em que permite aflições, organiza recursos para nos proteger.

Mesmo sabendo disso, alguns de nós decidimos que nossa proteção depende de nós mesmos. Apesar do que a Bíblia diz, concentramos todas as nossas forças no processo cansativo de auto-proteção. Aí, quando percebemos que estamos quase sem forças, decidimos depender do Senhor. É nesta situação, quando nos vemos “sem forças”, que o Senhor nos salva. O Senhor nos entende e, por isso, o Senhor nos ajuda e nos restaura. O ideal, naturalmente, seria mantermos comunhão com o Senhor nas horas fáceis e nas horas difíceis. Entretanto, quando nos esquecermos desta atitude ideal, não devemos vacilar, porque sempre o Senhor salva aquele que ficou sem forças.

segunda-feira, novembro 01, 2010

O amor que Dura para sempre

E todos os filhos de Israel vendo descer o fogo, e a glória do SENHOR sobre a casa, encurvaram-se com o rosto em terra sobre o pavimento, e adoraram e louvaram ao SENHOR, dizendo: Porque ele é bom, porque a sua benignidade dura para sempre.2 Crônicas 7:3

Quando os israelitas viram a glória do Senhor, na inauguração do Templo construído por Salomão, todos se prostraram e exclamaram: "... Ele é bom; o Seu amor dura para sempre" (II Crônicas 7:3).

Há ocasiões em que não vemos o amor de Deus agindo. São situações de portas fechadas, quando tudo concorre para nos causar desesperança.

Diante de um Templo suntuoso e as manifestações da glória divina, é muito mais fácil dizer que "seu amor dura para sempre". Naquele momento, o povo não trouxe à memória os anos da escravidão egípcia e os anos de caminhada no deserto. Se o tivesse feito, o amor divino teria sido percebido com uma intensidade ainda maior. É o efeito da perspectiva, da comparação. Quando analisamos os altos e baixos de nossa vida, fica mais evidente a permanência do Seu amor. Mesmo quando não o percebemos, o amor divino é real na alegria e no sofrimento. Quando rimos e quando choramos. Para sentir sempre o amor de Deus, é essencial fixar os olhos no Senhor. Sempre. É aí que descobrimos que o Seu amor dura para sempre.