quarta-feira, janeiro 29, 2020

Estudo Deus Tem Cuidado de Nós

“Rogo, pois, aos presbíteros que há entre vós, eu, presbítero como eles, e testemunha dos sofrimentos de Cristo, e ainda co-participante da glória que há de ser revelada: pastoreai o rebanho de Deus que há entre vós, não por constrangimento, mas espontaneamente, como Deus quer; nem por sórdida ganância, mas de boa vontade; nem como dominadores dos que vos foram confiados, antes, tornando-vos modelos do rebanho. Ora, logo que o Supremo Pastor se manifestar, recebereis a imarcescível coroa da glória. Rogo igualmente aos jovens: sede submissos aos que são mais velhos; outrossim, no trato de uns com os outros, cingi-vos todos de humildade, porque Deus resiste aos soberbos, contudo, aos humildes concede a sua graça. Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que ele, em tempo oportuno, vos exalte, lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós. Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar; resisti-lhe firmes na fé, certos de que sofrimentos iguais aos vossos estão-se cumprindo na vossa irmandade espalhada pelo mundo. Ora, o Deus de toda a graça, que em Cristo vos chamou à sua eterna glória, depois de terdes sofrido por um pouco, ele mesmo vos há de aperfeiçoar, firmar, fortificar e fundamentar. A ele seja o domínio, pelos séculos dos séculos. Amém!” (1 Pedro 5.1-11).


Os seguidores de Jesus do primeiro século eram um grupo peculiar. Ou, assim pensavam os não-cristãos da Ásia Menor (a atual Turquia). O apóstolo Pedro encorajou os irmãos a tornarem-se ainda mais peculiares na fé. Apesar da perseguição, Pedro os admoestou a valorizar a salvação recebida de Cristo, viver em santidade, aguardar o retorno iminente de Cristo e resplandecer em seu testemunho.

Ele conclui sua primeira epístola falando aos presbíteros para alimentarem (ensinarem) a assembléia dos crentes fielmente, e encoraja a cada um na congregação a (1) ser submisso aos outros, (2) revestir-se de humildade, (3) ser vigilante em relação ao Diabo, e (4) lembrar-se dos outros que estão sofrendo por sua fé, assim como eles.

Pedro também exortou os irmãos a ter consciência de que serviam a um Deus que se importava com eles: “Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós” (1 Pe 5.7). Desse modo, a conclusão de 1 Pedro é um convite para que os cristãos sinceros e humildes lancem todas as suas preocupações sobre Deus. Ele é nosso constante Protetor, nosso “Cuidador”. Ele é nosso Conforto, nossa Âncora, nosso Refúgio e nosso Encorajamento.

Deus, nosso Conforto
“Nos muitos cuidados que dentro de mim se multiplicam, as tuas consolações me alegram a alma. Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai de misericórdias e Deus de toda consolação! É ele que nos conforta em toda a nossa tribulação, para podermos consolar os que estiverem em qualquer angústia, com a consolação com que nós mesmos somos contemplados por Deus” (Sl 94.19; 2 Co 1.3-4).

Quando Jesus começou seu ministério, Ele fez da pequena cidade de Cafarnaum, localizada na margem noroeste do Mar da Galiléia, Seu lar e Seu “centro de operações” (Mt 4.13-16). Cafarnaum, no hebraico Kafar Nachum, significa “vila ou aldeia de conforto”. É um nome apropriado, porque foi lá que Jesus trouxe conforto a muitos. Na sinagoga, um homem possesso por um espírito imundo foi liberto (Mc 1.23-26). A sogra de Pedro estava acamada com febre (Mc 1.29-31). Um leproso, um paralítico e muitos outros atormentados por doenças e enfermidades foram curados e ajudados por Jesus (Mc 1.40-45; Mc 2.1-12; Mc 3.7-12).

O Senhor Deus do Universo sabe tudo sobre você. Ele conhece sua situação e suas necessidades. Ele conhece seu coração, seus pensamentos e desejos mais profundos. Mesmo quando tudo parece escuro e incerto, nunca estamos sozinhos, porque Ele prometeu nunca nos abandonar (Mt 28.20).

Já que Deus é nosso conforto constante, Ele nos admoesta a não nos preocuparmos com os problemas e com as tribulações: “Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo” (Jo 16.33).

Não precisamos fraquejar sob o peso das tristezas e dos sofrimentos, porque o Senhor prometeu ser nossa força, nosso escudo e nosso cântico (Sl 28.7). Não devemos temer os incontáveis desafios da vida, porque o Senhor disse: “Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel” (Is 41.10).

Deus é o nosso conforto. Podemos confiantemente lançar sobre Ele nossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de nós (1 Pe 5.7).Deus, nossa Âncora
O mar da Galiléia é conhecido por suas tempestades repentinas e violentas. O melhor modo que os pescadores encontraram de lutar contra a tempestade era jogar uma âncora profundamente dentro da água. Neste mundo teremos “tempestades” sem fim e conflitos pessoais. Porém, em Seu cuidado, Deus providenciou uma âncora segura para ajudar-nos quando passarmos por essas situações.

Essa âncora é encontrada na palavra esperança. Nas Escrituras, esperança geralmente refere-se a ter “segurança no porvir”. Pedro disse que nossa âncora da esperança é encontrada no Evangelho; é a nossa “viva esperança” (1 Pe 1.3). O pecado e Satanás causam muitas ondas de dúvida para nos devastar. Porém, Cristo é a garantia do perdão e do céu. Pedro encorajou os irmãos perseguidos a ter esperança na cruz, na ressurreição e no retorno de Cristo (1 Pe 1.2-13).

Tal esperança não é um otimismo cego, mas uma certeza segura. De fato, um dos símbolos da igreja primitiva, retratando a esperança em Cristo além desta vida, era a âncora. Gravada em muitas lápides de cristãos encontradas nas catacumbas perto de Roma, na Itália, o símbolo é baseado em Hebreus 6.19: “A qual temos por âncora da alma, segura e firme e que penetra além do véu”.

O pescador Pedro deve ter feito suas próprias âncoras. Deve ter selecionado cuidadosamente uma pedra pesada, feito um furo no meio dela, para amarrar uma corda através da abertura. Durante uma tempestade no mar, sua confiança estava em sua âncora.

Em sua epístola, Pedro apresenta Cristo como uma “pedra viva”, rejeitada pela maioria das pessoas, mas preciosa e escolhida por Deus (1 Pe 2.4). Jesus Cristo é a nossa âncora confiável que nunca decepcionará ou falhará.

Portanto, quando as tempestades da dúvida e do desespero lhe assaltarem, saiba que a âncora de Deus é segura e que Ele tem cuidado de você. William C. Martin expressou essa verdade em suas palavras no hino “Minha Âncora Segura”, escrito em 1902 (tradução livre):
Embora as ondas tempestuosas rujam,
Em minha alma sacudida pela tempestade,
Estou em paz, porque sei que,
Embora os ventos soprem violentamente,
Tenho uma âncora certa e segura,
Que suporta sempre.

E ela segura, minha âncora segura:
Sopre seu vento mais tempestuoso, ó vendaval,
Em meu barco tão pequeno e frágil;
Por Sua graça eu não devo falhar,
Porque minha âncora segura,
minha âncora segura.

Deus, nosso Refúgio
O imperador Nero incendiou Roma em 64 d.C. Para aplacar as massas enfurecidas, ele culpou um pequeno grupo religioso, os cristãos.
Aos poucos, mas de forma constante, os não-cristãos começaram a perseguir os seguidores de Cristo por todo o império. O apóstolo Pedro viu a crescente angústia da igreja. Em 1 Pedro, ele instrui os fiéis a permanecerem alegres e satisfeitos, mesmo quando sofressem perseguições por um tempo. O poder supremo de Deus os sustentaria (1 Pe 1.3-6).

Como escreveu o professor de Bíblia Warren Wiersbe: “Deus não prometeu proteger-nos dos problemas, mas proteger-nos nos problemas”[1]. Pedro queria que seus irmãos percebessem que Deus era o único refúgio verdadeiro, como já testemunhou o salmista: “Deus é nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações” (Sl 46.1).

A palavra refúgio refere-se literalmente a abrigar-se de uma tempestade ou de um perigo. Porém, é freqüentemente entendida na linguagem figurada como “depositar confiança plena em Deus ou na ‘sombra’ (proteção) de Seu forte poder”.

Usando a imagem da Páscoa, o apóstolo lembrou aos irmãos perseguidos que Deus é o refúgio do pecado. Unicamente através de Cristo, eles eram resgatados: “Sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo” (1 Pe 1.18-19).

Deus era também um refúgio em seus sofrimentos: “Por isso, também os que sofrem segundo a vontade de Deus encomendem a sua alma ao fiel Criador, na prática do bem” (1 Pe 4.19).

Por fim, Deus era um refúgio para a segurança deles. Israel via o Templo em Jerusalém como um refúgio seguro: “Assista eu no teu tabernáculo, para sempre; no esconderijo das tuas asas, eu me abrigo” (Sl 61.4). O lugar mais seguro do Templo era “o esconderijo do Altíssimo... Cobrir-te-á com as suas penas, sob suas asas, estarás seguro” (Sl 91.1,4).

Esses versículos provavelmente referem-se à Arca da Aliança, dentro do Santo dos Santos – especificamente, ao propiciatório, onde dois querubins esculpidos estendiam suas asas sobre a tampa da Arca (1 Rs 6.23-28). Com a aspersão do sangue do sacrifício no Dia da Expiação, Israel aprendeu que seu refúgio mais seguro contra o pecado era sob as asas dos querubins no propiciatório (Lv 16).

Espiritualmente falando, os cristãos são as “pedras vivas” de um templo espiritual em que Deus habita através de Cristo (1 Pe 2.5; Cl 2.9-10). O Templo físico tinha um véu que proibia o acesso ao Santo dos Santos. Ele foi rasgado quando Cristo morreu na cruz, simbolizando que agora temos acesso direto a Deus (Mt 27.51; Hb 10.20). Nosso “Santo dos Santos” interior está sempre disponível. Não existe outro lugar seguro. Deus teve o cuidado suficiente de fazer a Si mesmo nosso refúgio constante.

Deus, nosso Encorajador
Pedro também encorajou os irmãos perseguidos na Ásia Menor a permanecerem firmes na fé (1 Pe 5.12). Ele os admoestou a lembrar quem eram: eleitos em Cristo, aspergidos com o sangue de Jesus e possuidores de uma herança incorruptível reservada para eles no céu (1 Pe 5.1-5,9). Assim como enfrentavam um período de problemas severos, Deus estaria com eles para encorajá-los nesse momento.
Deus usa as Escrituras como Sua fonte principal para encorajar: “Pois tudo quanto, outrora, foi escrito, para o nosso ensino foi escrito, a fim de que, pela paciência e pela consolação das Escrituras, tenhamos esperança” (Rm 15.4). O próprio Deus é nosso principal encorajamento: “Ora, o Deus da paciência e da consolação vos conceda o mesmo sentir de uns para com outros, segundo Cristo Jesus” (Rm 15.5).

O rei Davi escreveu: “Fui moço e já, agora, sou velho, porém jamais vi o justo desamparado, nem a sua descendência a mendigar o pão” (Sl 37.25). Deus nunca nos esquece. Ele nunca abandona os Seus (Mt 28.20). Sua verdade duradoura é baseada no amor infinito demonstrado à humanidade na cruz.

Na Catedral de São Paulo, em Londres, na Inglaterra, há uma estátua de mármore em tamanho natural de Jesus na cruz. A expressão do seu rosto retrata uma dor e uma agonia horríveis. O interessante é a inscrição na base. Lê-se: “Assim é que Deus amou o mundo!”. Ele amou a você e a mim o suficiente para suportar toda a agonia física, emocional e espiritual exigida para tornar-se, de uma vez por todas, o sacrifício final pelo seu e pelo meu pecado. Suas promessas são certas e seguras.

Nosso Deus é um Deus que sempre será nosso “Cuidador”. Ele é nosso Conforto, nossa Âncora, nosso Refúgio e nosso Encorajador. Não hesite em fazer o que diz o versículo: “lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós” (1 Pe 5.7).

Autor: Peter Colón




quarta-feira, janeiro 15, 2020

Você não pode ser falso e ter integridade Deus criou você para ser você. Confie nele e seja autêntico.


Você não pode ser falso e ter integridade
Deus criou você para ser você. Confie nele e seja autêntico.

“Nos recusamos a usar máscaras e jogar. Nós não manobramos e manipulamos nos bastidores. E não distorcemos a Palavra de Deus para nos adequarmos. Em vez disso, mantemos tudo o que fazemos e dizemos abertamente, toda a verdade em exibição, para que aqueles que querem possam ver e julgar por si mesmos na presença de Deus” 2 Coríntios 4:2

A Mensagem Viver com integridade significa que você não finge. Você é real consigo mesmo e com os outros. Então, como você vive sem fingir?

Você faz isso se preocupando mais com a aprovação de Deus do que com a aprovação de outros. Essa é a única maneira de você se tornar uma pessoa íntegra. Às vezes, o caminho de Deus é impopular ou difícil. Se você se importa com o que Deus pensa, fará o que é certo. Se você se importa com o que as outras pessoas pensam, muitas vezes fará o que está errado.

Uma maneira de viver autenticamente é ler sua Bíblia regularmente. O Salmo 119:9 diz: “Como um jovem pode viver uma vida pura? Obedecendo a sua palavra“
você não pode obedecer à Palavra de Deus se não a conhece. Se você não gastar tempo lendo, estudando e memorizando a Bíblia, não terá força e resistência para ser real e honesto com as pessoas ao seu redor. Deus criou você para ser você. Confie nele e seja autêntico.

Por: Pastor Rick Warren
Traduzido e adaptado por: Gabriel Veloso Ferro De Lima

segunda-feira, dezembro 09, 2019

O Primeiro Natal



No primeiro Natal, havia pastores em algum lugar no campo, que disseram uns aos outros: "Vamos até Belém e vejamos os acontecimentos que o Senhor nos deu a conhecer" (Lc 2.15).



O Centro do Natal

Por que razão os pastores se dirigiram a Belém, qual era sua motivação? Bem, está escrito claramente: "E, ausentando-se deles os anjos para o céu, diziam os pastores uns aos outros: Vamos até Belém e vejamos os acontecimentos que o Senhor nos deu a conhecer" (Lc 2.15). Naquela ocasião, os pastores se dirigiram a Belém para vivenciar aquilo que o próprio Senhor lhes havia dito acerca dessa primeira festa de Natal. O que eles encontraram em Belém? "Acharam Maria e José e a criança deitada na manjedoura". E o que foi mais importante para eles? O menino Jesus! Está escrito em Lucas 2.17: "E, vendo-o (a Jesus), divulgaram o que lhes tinha sido dito a respeito deste menino". Eles haviam visto tanto a Maria, como a José e o menino. Inclusive, Maria e José são mencionados em primeiro lugar no versículo 16: "...e acharam Maria e José e a criança..." Mas, apesar disso, parece que eles viram unicamente a Jesus. E isso, meus amigos, é o Natal, essa é a essência do Natal; dessa maneira o próprio Pai celestial mandou celebrar o primeiro Natal. No Salmo 34.6 está escrito: "Contemplai-o e sereis iluminados, e o vosso rosto jamais sofrerá vexame". Contemplar a Jesus, eis o verdadeiro e único motivo para festejarmos o Natal! Na festa de Natal deste ano, tenhamos todos um único objetivo: Jesus. Apenas Ele deve ser o centro de qualquer celebração natalina!

Celebrar o Natal com o coração

Quando aconteceu o primeiro Natal, lemos acerca daquela jovem mãe: "Maria, porém, guardava todas estas palavras, meditando-as no coração" (Lc 2.19).

Além de Maria ter sido escolhida para dar à luz ao Salvador, ela também é um exemplo de como devemos refletir sobre o verdadeiro significado do Natal. Depois que Maria ficou sabendo de todas as coisas que os anjos haviam dito acerca do menino Jesus, essas palavras calaram profundamente em seu coração! Lemos: "E, (os pastores), vendo-o (Jesus) divulgaram o que lhes tinha sido dito a respeito deste menino. Todos os que ouviram se admiraram das coisas referidas pelos pastores. Maria, porém, guardava todas estas palavras, meditando-as no coração" (Lc 2.17-19). Não está escrito apenas que Maria "guardava todas estas palavras ...no coração", pois lemos que ela "guardava todas estas palavras, meditando-as no coração". Isso significa que seu coração estava envolvido nos acontecimentos, que ela não apenas tinha ouvido a mensagem do Natal e ficado impressionada por um momento com o que escutara. Ela ouviu essas palavras e continuou a pensar sobre elas; ela ocupava-se com o que tinha ouvido e repetidamente sentia-se tocada e movida com a lembrança de palavras tão significativas. É assim que devemos celebrar o Natal. É assim que devemos nos ocupar com a mais importante mensagem que jamais chegou até nós, seres humanos: Jesus veio a este mundo!

No primeiro Natal, havia uma virgem de quem está escrito: "Maria, porém, guardava todas estas palavras, meditando-as no coração" (Lc 2.19).

No primeiro Natal, havia magos a caminho, em cujo coração ardia uma importante pergunta: "Onde está o recém-nascido Rei dos judeus? Porque vimos a sua estrela no Oriente e viemos para adorá-lo" (Mt 2.2).

Quando o Natal aconteceu pela primeira vez, vivia em Israel um rei chamado Herodes, de quem Mateus 2.13 diz: "Porque Herodes há de procurar o menino para o matar".

Esses são quatro exemplos de como as pessoas reagiram de maneiras diferentes ao primeiro Natal. E nós, como celebraremos o Natal de 2019?

Em primeiro lugar, eu gostaria de convidar você, de todo o coração, a fazer aquilo que os pastores fizeram: "vejamos os acontecimentos que o Senhor nos deu a conhecer" em Belém. Levante-se, e dirija-se agora – no Natal de 2019 – a Belém em pensamento! Mas, e isso é muito importante, faça-o da maneira correta!

Jesus já habita em seu coração?

Quando o Natal aconteceu pela primeira vez, havia alguns sábios a caminho, cujo coração estava tomado por uma importante pergunta: "Onde está o recém-nascido Rei dos judeus? Porque vimos a sua estrela no Oriente e viemos para adorá-lo" (Mt 2.2).

Quando esses homens chegaram a Jerusalém, já havia se passado algum tempo desde que Jesus nascera em uma estrebaria em Belém. A verdade é que os sábios não chegaram juntamente com os pastores ao lugar onde Jesus estava, na estrebaria em Belém, como se costuma ilustrar a cena do Natal. Os magos do Oriente se puseram a caminho apenas quando viram a estrela do recém-nascido. Portanto, eles iniciaram sua viagem quando Jesus Cristo foi deitado na manjedoura em Belém como bebezinho. Como seu caminho certamente foi longo e difícil, eles somente chegaram a Israel algum tempo depois do nascimento de Jesus. Por isso eles não encontraram mais a Jesus em uma manjedoura mas numa casa. Está escrito em Mateus 2.10-11: "E, vendo eles a estrela, alegraram-se com grande e intenso júbilo. Entrando na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Prostrando-se, o adoraram; e, abrindo os seus tesouros, entregaram-lhe suas ofertas: ouro, incenso e mirra". Também conhecemos o relato do terrível infanticídio: "vendo-se iludido pelos magos, enfureceu-se Herodes grandemente e mandou matar todos os meninos de Belém e de todos os seus arredores" (Mt 2.16). 

Isso significa que, entre a data do nascimento do Senhor Jesus e a chegada dos magos do Oriente, houve um certo intervalo de tempo. Se pararmos para pensar mais detalhadamente sobre isso, conseguiremos imaginar o quanto os magos estavam ansiosos para chegar e ver o recém-nascido Rei dos judeus, ainda mais se levarmos em conta que sua viagem certamente foi cansativa. E foi assim que chegaram a Jerusalém, perguntando: "Onde está o recém-nascido Rei dos judeus? Porque vimos a sua estrela no Oriente e viemos para adorá-lo". Se, em algum momento de sua vida, você converteu-se a Jesus de todo o coração, então também "viu a sua estrela". Nesse momento você foi confrontado com o poder dAquele que diz: "Eu sou a Raiz e a Geração de Davi, a brilhante Estrela da manhã" (Ap 22.16). Mesmo já tendo encontrado a Jesus, talvez você ainda ande pela vida perguntando: "Onde está o recém-nascido Rei dos judeus?" Aos magos não restava outra alternativa do que seguir a estrela depois que a descobriram no firmamento, pois Jesus havia acabado de chegar a esta terra. Mas com você é diferente, pois Jesus habita na terra através do Espírito Santo desde Pentecostes. A partir de então, qualquer pessoa que vê a brilhante Estrela da manhã e crê em Jesus pode saber com absoluta certeza: "Agora eu tenho a Jesus! Agora Jesus habita em mim!" Em Apocalipse 3.20 lemos: "Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo." Hoje, no Natal de 2019, abra mais uma vez a porta de seu coração para ter um novo e significativo encontro com Jesus!

Como Herodes reagiu ao nascimento de Jesus?

No primeiro Natal, Herodes era um estadista tão bem-sucedido que costumava ser chamado de "Herodes, o Grande".

Esse Herodes foi um personagem importante nos acontecimentos do primeiro Natal, não porque tenha se alegrado com a chegada do Salvador, como fizeram os pastores e os magos, mas por odiar intensamente o menino de Belém. Por ocasião do primeiro Natal, Herodes não participou da alegria, mas fez o contrário: lutou contra Jesus. "Herodes há de procurar o menino para o matar"!

Que diferença enorme houve já naquela época, quando aconteceu o primeiro Natal: lemos sobre pessoas que fizeram todo o possível para ver o Salvador e adorá-lO – mas também havia outras, como Herodes, que se empenharam intensamente em procurar a Jesus para matá-lO! Herodes, que vivia muito próximo do lugar onde Jesus nasceu, tentou destruí-lO a qualquer preço. Mas os magos, que vieram de muito longe, empenharam todos os seus recursos para adorar o Salvador. Jesus disse certa vez: "...há últimos que virão a ser primeiros, e primeiros que serão últimos" (Lc 13.30). Herodes poderia ter feito parte do primeiro grupo, que seguiu o Rei recém-nascido, mas, por tê-lO rejeitado, tornou-se um dos últimos. Ele desceu tanto que jamais experimentou o amor do Salvador! Isso não é uma tragédia?

E nós, como reagimos ao Natal?



Quando penso nos leitores que acompanham esta mensagem, eu gostaria de crer que todos aceitaram a Jesus como Salvador em seus corações. Mas será que isso é realmente assim? Veja bem: assim como Herodes foi um dos personagens centrais da história de Natal, mas não foi salvo, assim também você pode estar festejando o Natal deste ano sem ter sido salvo! Se ainda não tem a Jesus no centro de sua vida, hoje, agora, eu convido você a tornar-se cristão! Talvez você já tenha o nome de cristão, mas ainda não o é de fato. Torne-se um cristão de coração! Concretamente, isso significa aceitar a Jesus reivindicando para si o sacrifício dEle na cruz do Calvário. 

Faça isso, orando: "Senhor Jesus, eu sou pecador e sem Ti estou perdido para sempre. Agora, neste momento, tomo para mim o sangue da expiação e peço-Te perdão por todos os meus pecados. Por favor, Senhor, aceita-me para todo o sempre!" Se orar assim com sinceridade, o Senhor fará tudo o que for preciso para salvar você, pois está escrito: "Mas a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome"



  Autor: Marcel Malgo
Fonte: https://www.estudosgospel.com.br/

quinta-feira, outubro 31, 2019

O que um missionário africano que enfrenta bruxaria regularmente pode nos ensinar sobre o Halloween?



Considerar esta pergunta me faz lembrar dos meus colegas africanos que servem em hospitais missionários. Esses médicos não lidam com práticas malignas uma vez por ano. Eles as  encontram todos os dias. Feitiçaria e bruxaria estão enraizadas em sua cultura. A medicina tradicional africana baseia-se não na ciência, mas na bruxaria, feitiçaria e dogma cultural.

Três anos atrás, fui a um hospital missionário no deserto do Saara para treinar cirurgiões. Andrew, um morador do segundo ano, levou uma menina de 12 anos para uma operação. Três semanas antes, ela havia sofrido uma fratura no fêmur devido a um acidente de moto. O osso quebrado perfurou a pele e exigiu atenção cirúrgica imediata. Mas a família a levou a um feiticeiro. Ele fez um encantamento, envolveu a perna da garota com roupas apertadas e a mandou para casa. Agora – possivelmente tarde demais – a garota apareceu em nossa sala de operações. O torniquete colocado pelo feiticeiro cortou a circulação na perna dela. A infecção se espalhou por seu corpo, causando falha precoce do sistema orgânico.

Comecei a desvendar o curativo da garota. Repulsa por um odor que atingiu minhas narinas com mais força do que um gancho de esquerda, eu vomitei, me afastei e deixei Andrew remover o torniquete do curandeiro. Pus escorria em torno de sua pele mumificada. Sob a pele morta havia músculos podres e gangrenados. Tínhamos apenas uma opção para salvar a vida da garota. Amputação acima do joelho. Andrew fez a cirurgia enquanto eu ajudava. Inicialmente, a operação progrediu – até o gerador desligar. O quarto ficou escuro. O ventilador, que empurrou o ar para os pulmões da garota, parou de funcionar. Nosso anestesista moveu o ar para os pulmões apertando uma bolsa de oxigênio. Com a outra mão, ele direcionou a luz do celular para o ferimento. Continuamos no escuro e terminamos a cirurgia. A garota sobreviveu. Ela ficou três semanas no hospital, ouviu o evangelho e foi curada. Dentro e fora. Quando penso nessa jovem e no poder do mal, sou lembrado da grandeza insuperável do poder de Deus. Pelo poder de Cristo, o bem venceu o mal. Alguém se atreveu a brilhar a luz em um lugar escuro.

No ano passado, em uma viagem de volta, ouvi a história de Andrew. Depois que sua mãe morreu de AIDS, o pai de Andrew o abandonou. Sua avó, uma bruxa na Tanzânia, o levou. Durante a infância, Andrew viu a avó fazer encantamentos. Ela queria que Andrew seguisse seus passos. Com lágrimas nos olhos, Andrew lembrou as azarações da vovó, as que ela realizava para fortalecer sua feitiçaria e acorrentá-lo a uma vida de bruxaria. Deus tinha um plano diferente. Desconsiderando as ameaças de assassinato, feitiços e feitiçaria de sua avó, um amigo compartilhou Jesus com Andrew , E Andrew tornou-se um cristão nascido de novo. Ele se mudou para a faculdade, cresceu na fé e estudou medicina. Ele se candidatou a um cargo no hospital do PAACS, onde os médicos são treinados não apenas para serem cirurgiões, mas também seguidores de Cristo. Agora, Andrew compartilha sua fé, aprimora suas habilidades cirúrgicas e ministra aos muçulmanos em um país fechado ao evangelho.

O que Andrew diria sobre nosso debate sobre o Dia das Bruxas? Embora ele não aceitasse participar de práticas más, Andrew nos dizia para aproveitar todas as oportunidades para fazer o bem. Ele nos lembraria de iluminar a luz de Jesus em lugares escuros. A vida de Andrew mostra o impacto que alguém pode causar quando se arrisca e compartilha sua fé. A vida de Andrew nos lembra que não devemos temer Satanás, bruxas, más práticas ou Halloween: “Vocês são filhos de Deus, filhinhos, e os venceram, porque quem está em você é maior do que quem está no mundo” (1 João 4: 4).

Deus permite que o mal mostre Sua bondade. Ele criou Lúcifer e o sustenta até o julgamento. Martin Luther disse bem: “Até o diabo é o diabo de Deus“.Os crentes têm oportunidades – para mudar atitudes e desafiar pressupostos sobre o evangelho, a igreja e Jesus – neste Halloween. Como o amigo de Andrew, que se arriscou a lançar feitiços nele, não temos nada a temer. Satanás e suas obras são derrotadas. Capacitados pelo Espírito e iluminados pela Palavra, recebemos o ministério da reconciliação.

Podemos engajar nossa cultura e ainda viver um estilo de vida separado. Somos chamados a ser separados – não isolados do mundo. Vamos modelar nossa fé de maneiras relacionais, caridosas e encorajadoras. Participe de um festival de colheita ou de um evento de malas ou travessuras patrocinado por uma igreja. Distribua literatura do evangelho com seus presentes para aqueles que vierem à sua porta. Aqui está uma ótima idéia: desmascarar a si mesmo. Dê o primeiro passo. Apresente-se a alguém que pode ser diferente de você. Comece uma amizade. Então siga a orientação de Deus. Quem sabe? Os relacionamentos que você forma nessa colisão de culturas podem levar alguém a um passo mais perto de Cristo. Essas percepções negativas podem ser dissipadas com alguma testemunha intencional no Halloween. Os céticos podem esfregar os ombros com a igreja sem nunca passar por suas portas. Eles podem ver como os crentes vivem em comunidade e envolver as questões sociais em nossa sociedade. Eles podem observar o impacto de como conhecer Cristo faz a diferença.

Vamos lembrar de Andrew, a autoridade que recebemos, nosso chamado como embaixadores, a cultura em mudança em que vivemos e as possibilidades que o Dia das Bruxas apresenta. A missão é a mesma aqui na África. Vamos carregar a luz.

por: Dr. Charles W. Page

O melhor está por vir...


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Nesta última semana ouvi pela segunda vez uma história marcante. Uma senhora cristã, ao perceber que sua vida estava chegando ao fim, chamou o pastor para fazer um pedido quanto ao seu funeral: ela pediu para ser enterrada segurando uma colher de sobremesa. O pastor, logicamente, estranhou o pedido e perguntou o porquê. Ela explicou com muita simplicidade:

– Quando éramos crianças, não era comum termos sobremesa em casa. Uma das minhas maiores alegrias então era quando minha mãe dizia: “Segurem suas colheres, temos sobremesa”! Assim eu sabia que o melhor ainda estava por vir! Quando eu deixar esta vida quero que todos que comparecerem ao meu funeral saibam que para mim a morte não é o fim... o melhor ainda está por vir!

Vivemos em tempos tão difíceis! Nos sentimos inseguros em casa ou fora dela, aqueles que nos governam nos decepcionam ou são claramente iníquos, previsões econômicas ficam entre ruins ou catastróficas. Como Paulo expressa em 2Coríntios 7.5, temos tido conflitos externos e temores internos. Uma vida assim pode gerar duas reações igualmente nocivas: (1) uma resignação, uma falta de esperança que não só gera apatia como em alguns casos até facilita um estado depressivo; ou (2) o perigo de nos engajarmos em “esperanças” vazias e fúteis, seja uma afiliação com certo movimento político, seja uma causa ideológica ou social. Muito embora sejamos chamados a participar deste mundo, e, em alguns casos, até nos engajarmos em movimentos e ações humanas, esta não pode ser nossa esperança.

Neste mundo seremos frustrados, sofreremos injustiças direta ou indiretamente, veremos decisões tomadas por governantes com intenções impuras e veremos a perversidade expressa das mais variadas maneiras. Nosso chamado não é para mudar o mundo, pois isso está fora do nosso alcance, mas para proclamar que conhecemos aquele que pode mudar vidas, nosso Senhor Jesus Cristo. É claro que nossa proclamação deve se manifestar de forma concreta e devemos sim participar de qualquer ação ou movimento que manifeste a justiça de nosso Deus, mas nossa esperança não deve estar nestas ações ou movimentos.

Qualquer solução para este mundo que não considere Jesus como foco central é apenas um paliativo, apenas um curativo para uma doença que em última análise é fatal.
Devemos lutar pelo bem, pela justiça; devemos manifestar nosso compromisso com a paz e com o amor, conforme Deus o define, mas nosso compromisso mais profundo é com nosso Senhor Jesus! Qualquer solução para este mundo que não considere Jesus como foco central é apenas um paliativo, apenas um curativo para uma doença que em última análise é fatal.

Jesus deixa isso bem claro em seu ministério aqui na terra. Ele poderia ter inaugurado o melhor sistema de saúde da história do planeta e com índice de 100% de cura. Ele poderia ter instituído a melhor distribuição de renda, com a mais absoluta justiça social. No entanto, ele fez o que era essencial para seu plano de redenção da humanidade. Ele morreu por nossos pecados e ressuscitou para que pudéssemos ter vida. Ele mesmo disse:

1.Não se perturbe o coração de vocês. Creiam em Deus; creiam também em mim. 
2.Na casa de meu Pai há muitos aposentos; se não fosse assim, eu teria dito a vocês. Vou preparar lugar para vocês. 
3.E, quando eu for e preparar lugar, voltarei e os levarei para mim, para que vocês estejam onde eu estiver. (João 14.1-3)

O apóstolo Paulo também nos incentiva a colocar nossa esperança na eternidade. Mesmo sendo cidadão do mais poderoso império da época, e tendo tanto credibilidade como formação para se envolver nos múltiplos problemas da época, ele investiu e dedicou sua vida a um propósito eterno. Entre suas muitas declarações sobre o tema de que “o melhor ainda está por vir”, eu selecionei algumas:

16.Por isso não desanimamos. Embora exteriormente estejamos a desgastar-nos, interiormente estamos sendo renovados dia após dia, 
17.pois os nossos sofrimentos leves e momentâneos estão produzindo para nós uma glória eterna que pesa mais do que todos eles. 
18.Assim, fixamos os olhos, não naquilo que se vê, mas no que não se vê, pois o que se vê é transitório, mas o que não se vê é eterno. (2Coríntios 4.16-18)

21.Porque para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro. 
22.Caso continue vivendo no corpo, terei fruto do meu trabalho. E já não sei o que escolher! 
23.Estou pressionado dos dois lados: desejo partir e estar com Cristo, o que é muito melhor. (Filipenses 1.21-23)

7.Combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé. 
8.Agora me está reservada a coroa da justiça, que o Senhor, justo Juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amam a sua vinda. (2Timóteo 4.7-8)

Nosso tempo aqui na terra até nossa morte ou até o retorno de Jesus não é o final da história. Realmente nossa esperança está nos céus! Aqui teremos aflições, disse Jesus, mas nele temos vitória sobre o mundo; não uma vitória conforme o mundo, mas algo muito melhor: a eternidade com Deus. Minha oração é que cada um de nós, como a senhora da história, descanse na certeza de que “o melhor está por vir”, mesmo que os tempos sejam maus, e que a injustiça se espalhe. 
“Segure sua colher...”!

Texto de: Pastor Daniel Lima

quarta-feira, outubro 23, 2019

Depressão: o mal do século 21

“Oh! se eu pudesse consolar-me na minha tristeza! O meu coração desfalece em mim.” (Jeremias 8:18)

A depressão é um distúrbio afetivo que acompanha a humanidade ao longo de sua história. Podemos considerar que a depressão é a consequência do estresse em seu nível mais elevado, em que as pessoas não conseguem mais trabalhar e passam a ter sentimentos que varia entre uma mistura de angústia com ansiedade e ainda de desânimo com falta de prazer pela vida. No sentido patológico, a pessoa que está sofrendo desta doença, apresenta um estado profundo de tristeza, pessimismo, baixa autoestima, que aparecem com frequência e podem combinar-se entre si. Há uma série de evidências que mostram alterações químicas no cérebro do indivíduo deprimido, principalmente com relação aos neurotransmissores (serotonina, noradrenalina e, em menor proporção, dopamina), substâncias que transmitem impulsos nervosos entre as células. Outros processos que ocorrem dentro das células nervosas também estão envolvidos.
A depressão é uma doença que possui tratamento e tem cura, mas para alcança-la, é imprescindível o acompanhamento médico tanto para o diagnóstico, quanto para o tratamento adequado com os psicólogos.
Psiquiatra diz que depressão é um dos males do século 21
Repórter: CAMILA ASTORINO
O psiquiatra Dr. Marcos de J. Nogueira, de Araraquara(SP), declarou ontem, em entrevista à Ageuniara, que a depressão é um dos grandes males do século 21.
Segundo ele situações estressantes podem desencadear outros problemas além da depressão, como a síndrome do pânico e o transtorno bipolar, em que o estado do paciente oscila entre o eufórico e o depressivo.
“O contrário também pode acontecer. Da mesma forma que pessoas submetidas a estresse são mais suscetíveis à depressão, as pessoas deprimidas têm mais propensão a se sentirem pressionadas e a se encontrarem em situações estressantes, ou seja, a depressão também favorece o estresse”, explica.
Sete Sinais da Depressão
A depressão gera sintomas como choro fácil e indisposição, mas que pode ser difícil de identificar pelo indivíduo.
No entanto, existem 7 sinais da depressão que incluem:
1. Tristeza excessiva;
2. Falta de energia;
3. Falta ou aumento de apetite;
4. Perda de interesse por atividades que eram interessantes;
5. Irritabilidade fácil ou apatia;
6. Alterações do sono, como insônia ou muito sono;
7. Mal-estar geral.
Geralmente, estes sinais de depressão surgem durante períodos de grandes alterações na vida dos indivíduos, como adolescência, gravidez ou perda de alguém.
Isso sem falar nos efeitos nocivos à saúde, como alergias de fundo nervoso, hipertensão e disfunções. Não deixe que problemas como esse o afetem a ponto de você ficar doente. Não se cobre tanto para manter aquela imagem de profissional insubstituível, confiante e autossuficiente.
Sintomas físicos de depressão
Os sintomas físicos de depressão podem incluir:
• Dor de cabeça constante;
• Dores em todo o corpo;
• Prisão de ventre;
• Aperto no peito;
• Sensação de bolo na garganta;
• Falta de ar;
• Diminuição da libido;
• Fraqueza.
O indivíduo pode desenvolver um quadro de depressão quando apresenta estes sintomas por um longo período de tempo, sem conseguir eliminá-los.
Sintomas psicológicos da depressão
Os sintomas psicológicos da depressão podem ser:
• Indiferença;
• Baixa auto-estima;
• Tristeza profunda;
• Sentimento de culpa;
• Dificuldade de concentração;
• Dificuldade em tomar decisões;
• Pensar sobre morte ou suicídio.
Estes sintomas podem ser difíceis de identificar e, por isso, o indivíduo deve consultar um psicólogo ou psiquiatra para avaliar a situação e iniciar o tratamento adequado.
Ao identificar estes sintomas é aconselhado uma consulta médica para que seja avaliada a necessidade da toma de medicamentos antidepressivos. No entanto, é importante esclarecer que o tratamento da depressão é demorado e tende a demorar mais de 6 meses, mesmo estando adequado, e durante este período o indivíduo irá necessitar da ajuda de amigos e familiares que possam lhe dar apoio.
Davi viveu momentos de depressão espiritual
“Tem misericórdia de mim, ó SENHOR, porque estou angustiado. Consumidos estão de tristeza os meus olhos, a minha alma e o meu ventre.
Porque a minha vida está gasta de tristeza, e os meus anos de suspiros; a minha força descai por causa da minha iniqüidade, e os meus ossos se consomem”
(Salmos 31:9,10)
As causas da depressão espiritual depende de como você a define. Se espiritual é estritamente definida para significar a depressão que é causada pelo pecado, a busca de uma causa é longa. Mas vamos supor que toda depressão é depressão espiritual, que, de fato, é.
A depressão é uma experiência dolorosa que normalmente é descrita com imagens de vazio, escuridão, tristeza, e até mesmo o próprio inferno. Qualquer coisa que é dolorosa, seja qual for a causa, é sempre espiritual.
Isso não quer dizer que a depressão é sempre causada pelo pecado, mas certamente levanta questões espirituais, e torna-se uma ocasião para a batalha espiritual pura e simples, e você pode ter certeza de que, no decorrer do mesmo, o pecado vai se tornar uma armadilha.
Diversas teorias de desequilíbrio químico da depressão diminuíram o domínio do termo depressão espiritual. Um bom lugar para começar a busca por uma causa é através da expansão da depressão espiritual ao seu tamanho original. Então, qual é a causa da depressão? Isso é como perguntar: qual é a causa do sofrimento?
Existem pelo menos cinco causas diferentes:
  • Primeiro, o que pode nos causar depressão? O nosso próprio pecado, a incredulidade, o compromisso com as nossas interpretações em vez de procurar a interpretação de Deus pode ser causas de depressão.
  • Em segundo lugar, outras pessoas pode causar a nossa depressão.Uma dieta constante de palavras desanimadoras de pessoas que deveriam nos amar, ou violação sexual e sua vergonha certamente podem contribuir para a depressão.
  • Em terceiro lugar, o nosso corpo pode causar depressão. Nossos corpos não podem criar desespero ou perda de propósito, mas eles podem perturbar o sono,  nosso pensamento desanimador leva-nos a ter os sentimentos físicos da depressão.
  • Em quarto lugar, Satanás, sem dúvida, pode ser uma causa de depressão. Ele pode afligir o corpo e fazer acusações sobre a consciência sensível.
  • E em quinto lugar, Deus é sobre todas as coisas, incluindo sofrimento e depressão. Podemos dizer que Ele permite que ela aconteça, e podemos dizer que há momentos em que Ele a ordena.  Destas cinco causas, as duas que são de especial interesse para nós são nós mesmos – nossos próprios corações – e nossos corpos.
Em relação à segunda causa, os pecados de outras pessoas normalmente precisam ser impulsionados pela falta de perdão ou descrença para alcançar o status de depressão. Com relação à quarta causa, Satanás pode ter suas impressões digitais na depressão, mas não é essencial para compreender os detalhes de sua influência.
Na quinta causa, Deus é soberano sobre todas as coisas, mas geralmente quando perguntamos sobre as causas que procura as causas mais imediatas que Deus usa para seus propósitos.
Davi venceu a depressão adorando
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Deus tem uma Palavra pra você!

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Você diz: "Isso é impossível"
Deus diz: "Tudo é possível" (Lucas 18:27)

Você diz: "Eu já estou cansado"
Deus diz: "Eu te darei o repouso" (Mateus 11:28-30)

Você diz: "Ninguém me ama de verdade"
Deus diz: "Eu te amo" (João 3:16 & João 13:34)

Você diz: "Não tenho condições"
Deus diz: "Minha graça é suficiente" (II. Corintos 12:9)

Você diz: "Não vejo saída"
Deus diz: "Eu guiarei teus passos" (Provérbios 3:5-6)

Você diz: "Eu não posso fazer"
Deus diz: "Você pode fazer tudo" (Filipenses 4:13)

Você diz: "Estou angustiado"
Deus diz: "Eu te livrarei da angustia" (Salmos 90:15)

Você diz: "Não vale a pena"
Deus diz: "Tudo vale a pena" (Romanos 8:28)

Você diz: "Eu não mereço perdão"
Deus diz: "Eu te perdôo" (I Epistola de São João 1:9 & Romanos 8:1)

Você diz: "Não vou conseguir"
Deus diz: "Eu suprirei todas as suas necessidades" (Filipenses 4:19)

Você diz: "Estou com medo"
Deus diz: "Eu não te dei um espírito de medo" (II. Timóteo 1:7)

Você diz: "Estou sempre frustrado e preocupado"
Deus diz: "Confiai-me todas as suas preocupações" (I Pedro 5:7)

Você diz: "Eu não tenho talento suficiente"
Deus diz: "Eu te dou sabedoria" (I Corintos 1:30)

Você diz: "Não tenho fé"
Deus diz: "Eu dei a cada um uma medida de fé" (Romanos 12:3)

Você diz: "Eu me sinto só e desamparado"
Deus diz: "Eu nunca te deixarei nem desampararei"

terça-feira, outubro 15, 2019

Como Esperar em Deus


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Esperar em Deus é uma grande desafio, principalmente em nossos dias. Há muitas pessoas que falharam nesta etapa da fé, como o rei Saul. Não quis esperar no Senhor, se precipitou, desobedeceu e isso lhe custou o reino.
Mas há outros maravilhosos exemplos, como Davi. Que sendo esquecido por seus pais e irmãos, foi visto por Deus enquanto cuidava das ovelhas da famílias e mais tarde se tornou o rei mais querido e respeitado de Israel, até hoje.


A atitude de esperar no Senhor nos colocará em um estilo de vida completamente diferente da maioria das pessoas, mas é com certeza um estilo de vida saudável, em todos os aspectos, além de empolgante.


Por isso, neste estudo, quero analisar com você os benefícios e como podemos desfrutar da vontade do Senhor enquanto esperamos nele.

Sendo assim, aperte os cintos e VAMOS!


Como Esperar em Deus?


A grande maioria dos cristãos esperam de Deus a resposta às suas orações (Gênesis 49:18). Eu cresci em um ambiente, onde o tempo todo as pessoas estavam respondendo à outros irmãos com as palavras: “Estou esperando em Deus!”.


Com o passar do tempo, fui percebendo que muitas pessoas atribuíam o esperar em Deus, a não fazer nada. Isto é, aquilo que elas esperavam: no casamento, no emprego ou intervenção nas finanças, entre outras coisas, poderiam ser resolvidas com algumas escolhas ou mudança de atitude, mas elas não faziam nada.


Por muito tempo isso me deixava inquieto. À medida que eu crescia no conhecimento de Deus e da Sua Palavra, percebi que esperar no Senhor, requer muito da nossa atitude.

Esperar no Senhor não é = a não fazer nada. Significa confiança em Deus para abençoar as escolhas que Ele dirigiu em nossa vida e também as nossas ações.

Obviamente, que há muitas coisas que fogem ao nosso controle e aí sim, esperar em Deus em atitude de oração e fé, é tudo o que podemos fazer.

Percebo isso em Josué.

Eu imagino que por diversas vezes Josué observou Jericó e pensou em como poderia conquistá-la. Era a cidade mais protegida do mundo da época. Considerada IMPENETRÁVEL!

Aquilo com certeza passou e repassou muitas vezes por sua mente. Até o dia em que o próprio Deus apareceu para Ele. Lhe deu uma direção. E garantiu a vitória.


O que Josué fez até que isso acontecesse: Esperou em Deus. Resposta. Direção. Milagres. E o Senhor não o decepcionou (Josué 5:13).

O Que Esperar de Deus?

Podemos esperar todas as coisas do nosso Deus. No que se refere a bondade, amor, provisão, cuidado. Ele é o nosso ajudador (Gênesis 49:18).

Ou seja, podemos esperar por salvação em todas as áreas da nossa vida. O Senhor não quer nos salvar do inferno, apenas. Na verdade, já seria muita coisa.

Mas Ele é um Deu abundante.

Ele quer nos abençoar em todas as áreas da nossa vida. Por isso, podemos esperar nele com confiança. O Senhor tem prazer nos que esperam nele (Salmos 147:11).

Como Esperar o Tempo de Deus?

A palavra que o Salmista utiliza em Salmos 37:7 para esperar, no hebraico é damam e significa: estar em silêncio, estar calmo, esperar, ser mudo.

Ou seja, a atitude de esperar em Deus está diretamente ligada as palavras que saem da nossa boca e da nossa atitude com as palavras. Quem confia no Senhor, espera em silêncio, descansando.

Vivemos dias que causam muito cansaço, enfado. Estamos a todo momento querendo fazer alguma coisa. Somos ativistas. Por isso, esperar no Senhor é um desafio ainda maior em nossos dias.

Mas o Salmista nos estimula a esperar de Deus, olhando para Ele. O autor não quer que percamos nosso tempo olhando para a vida das outras pessoas e como elas “vivem bem” longe de Deus. Em como elas não seguem os mandamentos e mesmo assim são tão “felizes” e abençoadas.

NÃO!

Devemos esperar no Senhor para vivermos a melhor versão da nossa vida. Em Cristo podemos desfrutar de uma vida abundante e plena. Quando tentamos recriar isso longe de Deus, nos frustramos e caímos nas garras do pecado.

Como Esperar Com Paciência no Senhor?

O termo que o Salmista utiliza para esperei no Salmos 40:1, é qavah e significa: aguardar, buscar, esperar, esperar ou aguardar ansiosamente por, estar a espreita por. (Concordância de Strong).

Ou seja, o Salmista aguardou, buscou a Deus com paciência e alcançou o favor do Senhor. Vimos no tópico anterior a importância de aguardar o tempo de Deus e aqui o escritor nos mostra que é preciso paciência para isso.

A atitude dele, contudo, valeu a pena, pois foi ouvido e não apenas isso, recebeu de Deus o que lhe havia pedido em oração.

O termo que ele utiliza para “inclinou” é natah e significa: estender, esticar, armar, dobrar, abaixar-se, oferecer. Ou seja, o Senhor Deus se estendeu, fez um “esforço” e se esticou para conceder o desejo do seu coração.

Temos um Deus Todo-Poderoso, disposto a nos ajudar e abençoar. Precisamos alargar a visão da nossa fé, para que possamos enxergar além e alinhar as nossas orações com o plano de Deus para nossa vida, que com certeza é muito maior do que podemos imaginar.

Conclusão:


Esperar no Senhor deve ser uma prática constante em nossa vida. Não podemos permitir que a correria do mundo ou o estilo de vida das pessoas que não seguem a direção de Deus nos influencie.

Devemos seguir a corrente da direção do Senhor para que possamos desfrutar de tudo aquilo que Ele tem preparado e sonhado para nós.

Lembre-se que sua vida é fruto de suas escolhas. Se você escolher bem, terá a vida que sempre desejou.


Por: Diego Nascimento

domingo, março 10, 2019

Livrem-se de toda amargura


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"Livrem-se de toda amargura, indignação e ira, gritaria e calúnia, bem como de toda maldade. Sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente, assim como Deus perdoou vocês em Cristo." (Efésios 4:31-32)

Agostinho tinha uma placa na parede que dizia: Quem fala mal de um homem ou mulher ausente não é bem-vindo nesta mesa.

Isso teria terminado um monte de conversas, não é?

A Bíblia nos diz: livrem-se de toda amargura, indignação e ira, gritaria e calúnia, bem como de toda maldade.

(Efésios 4:31).

A calúnia ocorre quando dizemos coisas más das outras pessoas pelas costas.

A amargura é quando um espírito triste e ressentido se recusa a se reconciliar, fazendo com que o Espírito Santo fique triste e amargurado.

No entanto, algumas pessoas gostam de ser más.

Elas vivem em conflito e em discussões.

Vivem para brigar e parecem mesmo gostar disso.

Há pessoas que evitam conflitos e eu sou uma delas.

Não gosto de conflito.

Mas algumas pessoas vivem à procura de algo para brigar e parecem viver de conflito em conflito.

Você provavelmente conhece pessoas assim.

Estão sempre com raiva de alguém.

Elas sempre têm uma pessoa que é a fonte de toda a sua miséria e estão sempre falando sobre essa tal pessoa.

E muitas vezes elas são muito críticas, agindo com mesquinharia e tentando descobrir coisas na vida de outras pessoas.

No entanto, fiz uma descoberta interessante: a pessoa que encobre os pecados em sua vida normalmente está tentando descobrir esses pecados na vida dos outros.

Já não me surpreendo mais ao descobrir que as pessoas que são demasiadamente críticas, são normalmente culpadas de algo muito pior.

Portanto, não viva dessa maneira.

Isso entristece o Espírito Santo.

Se você continuar deixando a amargura sem controle, ela poderá levá-lo a fazer algo ainda pior.



Texto utilizado com a permissão da Harvest Ministries com Greg Laurie, PO Box 4000, Riverside, CA 92514

segunda-feira, fevereiro 25, 2019

A fé pode fazer toda a diferença.


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🌷: "E ficavam escandalizados por causa dele. Mas Jesus lhes disse: "Só em sua própria terra e em sua própria casa é que um profeta não tem honra." E não realizou muitos milagres ali, por causa da incredulidade deles." (Mateus 13:57-58)

A bíblia tem muito a dizer sobre a temática da fé.
Ela fala sobre a fé, sobre a fé forte, a fé genuína, a fé rica, a fé permanente, a fé firme, a fé preciosa, a fé comum, a fé trabalhadora e a fé obediente.

E ainda fala da fé morta.

Então devemos querer ter certeza de que estamos usando todos os tipos de fé que Deus nos deu.

A bíblia define a fé como: "a substância das coisas esperadas, a evidência das coisas não vistas" (Hebreus 11:1 - tradução original).

A Nova Tradução coloca dessa forma: "a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos" (Hebreus 11:1) Gálatas 3:11 diz: "o justo viverá pela fé".

Ela não diz que ele viverá pelo sentimento.

Tampouco diz que viverão pelas circunstâncias.

O justo viverá pela fé.

E a fé pode fazer a diferença entre algo que pode, ou não, acontecer.

Deus é quem trabalha, mas Ele escolhe trabalhar principalmente através de meios humanos.

Por exemplo: Deus poderia soberanamente ter feito o mar vermelho se abrir para fazer partir os israelitas sem a ajuda de Moisés.

Mas, ao contrário, Ele pediu para Moisés levantar seu cajado em um ato de fé, enquanto as pessoas cruzavam o mar.

Deus poderia ter posto fogo no altar do Monte Carmelo sem a oração de Elias, mas Ele pediu a Elias para que ele desse um passo de fé e orasse.

Jesus poderia ter curado todas as pessoas vivas quando caminhou pela terra, mas podemos observar que foram principalmente aqueles que O procuraram pela fé que receberam o toque da cura.

A bíblia ainda diz que Jesus: "não realizou muitos milagres ali (no seu próprio país), por causa da incredulidade deles".

(Mateus 13:58) Então a fé pode fazer toda a diferença.